O stresse oxidativo está a envelhecer as suas células?

radical livreNo seu corpo há uma batalha que se trava, sem que saiba: de um lado, os radicais-livres, que apostaram em envelhecê-la, por outro, as suas defesas, que lutam contra eles. Mas um novo teste e produto promete ajudar a prevenir e a tratar.

Radicais Livres perigosos 

Parece irónico que o oxigénio, aquilo que nos é mais essencial à vida, acabe por ser responsável pelo nosso envelhecimento. Como? …Por causa de um fenómeno chamado stresse oxidativo provocado, na sua maioria, por uns vilões chamados radicais-livres.

Um radical-livre é uma espécie de “hooligan” que chega às nossas células para fazer estragos e provocar lesões. É um subproduto natural do nosso metabolismo celular. Noventa e cinco por cento das moléculas de oxigénio formam água necessária à vida, mas, nesse processo, os outros 5% formam radicais-livres, substâncias cujo objetivo é ligarem-se a qualquer coisa e que vão oxidar as nossas células, envelhecendo-as. Felizmente, o sistema antioxidante está lá para os neutralizar.

Temos uma predisposição genética para envelhecer mais ou menos rapidamente, através de uma análise aos marcadores genéticos conseguimos dizer qual a propensão para esse envelhecimento. Mas hoje sabemos que essas características que passam de pais para filhos são ativadas, muitas vezes, pelo meio ambiente e estilo de vida. O gene pode estar adormecido, mas pode ser ativado por uma influência exterior. Esses agentes externos que agem como ‘despertador’ são os suspeitos do costume: tabagismo, stresse, exposição solar excessiva, má alimentação, poluição. Aliados aos radicais-livres, promovem ainda mais stresse oxidativo.

Associado ao envelhecimento, doenças cardiovasculares e neurológicas, cancro, aterosclerose, infertilidade, diabetes e outras, o stresse oxidativo instala-se silenciosamente durante anos, sem sintomas.

Stresse e açúcar: dois inimigos

São dois dos fatores que mais contribuem para este fenómeno. O stresse psicológico prolongado promove uma desregulação hormonal que poderá aumentar os níveis de stresse oxidativo. Aumenta os níveis da hormona histamina, que aumenta as alergias e também o colesterol; estimula a hipófise e hipotálamo a aumentar a produção do cortisol – a hormona do stresse – bem como os de adrenalina e de outra hormona, a dehidroepiandrosterona (DHEA), que baixa os níveis de cortisol. Mas se o stresse é prolongado, o DHEA já não é suficiente; começamos a produzir mais adrenalina para ficarmos mais rápidos e alerta. E isso desgasta o organismo.

Mas o nosso maior erro talvez seja o excesso de açúcar na alimentação, que desencadeia um lento, mas implacável, processo de inflamação em todo o organismo. É uma inflamação silenciosa – não vemos que ela lá está e só a sentimos quando já é muito aguda. Quando pomos açúcar ao lume, ele carameliza. Se o açúcar sofrer oxidação dentro do nosso organismo, também se ‘carameliza’ num processo chamado glicação. Com o aumento de stresse oxidativo, este açúcar modifica algumas moléculas das nossas células, que se vão deformar. Algumas das consequências deste processo são a destruição do tecido das cartilagens, problemas nas articulações ou nos olhos, doenças renais, a pele perde colagénio e envelhece. Se conseguirmos conter a glicação, diminuímos a inflamação e o stresse oxidativo e, logo, vivemos mais tempo.

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(o artigo tem continuação…)

Robson Santos
Pensa, Sinta e Faça. Abrace o seu Sonho!

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